[4] “Guia Celeste – Islã”

Campbell deixou claro em seu livro Relatório da comissão Indiana para drogas do canhâmo :

Proibir ou mesmo restringir seriamente o uso de uma erva tão benéfica quanto o canhâmo causaria sofrimento e irritação generalizados e, para amplos grupos de ascetas venerados, uma cólera profundamente arraigada.

Campbell afirma,  o mulçumano distingue entre a reverência ao bangue e a verdadeira adoração, ” que é devida somente a Alah”. No Islã, o bangue não representa o espírito de Deus, mas o espírito do profeta Khizr, ou Elias.

Os sufis são os mulçumanos mais associados a cannabis. Em Escândalo: Ensaios sobre a heresia islâmica, Peter Lamborn Wilson cita Fuzuli, poeta sufi turco, que afirma que “o haxixe é ele próprio o senhor do sufi”.

Wilson observa que o uso da cannabis declinou no sufismo moderno tendo sido inteirtamente banido de algumas seitas. Mas outros devotos de nossos dias ainda mantém por ela  estima original e a usam da maneira original.

Publicado em junho 10, 2011, em Religião & Cannabis e marcado como , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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